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Quasar apresenta “Sobre isto, meu corpo não cansa”


Apresentação será transmitida ao vivo no YouTube


O amor e suas singularidades entram em cena com a Quasar Cia de Dança. A companhia apresentará o espetáculo “Sobre isto, meu corpo não cansa” nesta terça-feira, 3 de agosto, no Teatro Sesi, às 20 horas.

A apresentação será transmitida ao vivo no canal do YouTube do teatro com tradução de libras e conta com apoio da Lei Municipal de Cultura de Goiânia.

O espetáculo, que teve sua estreia em 2014, é dirigido por Henrique Rodovalho, que também assina a coreografia e cenário. Em palco estarão os bailarinos Gabriela Leite, Gustavo Silvestre, Jackeline Leal, Jean Valber, Marcella Landeiro e Thais Kuwae.



Esta é a primeira vez que a companhia se apresenta em Goiânia desde o início da pandemia. Rodovalho destaca a importância desse momento: “depois de tanto tempo limitados nas ações e nas expressões, estar nos palcos traz vigor e retoma tantas sensações que a apresentação nos proporciona”.

Os movimentos, embalados por vozes femininas da música popular brasileira, informam uma trama às voltas de um amor inspirado pela juventude. Aquele amor desajeitado, maluco, doce, romântico, passional e avassalador.

A trilha sonora leve entoada por Mallu Magalhães, Clarice Falcão e Tulipa Ruiz contrasta com os movimentos rápidos dos bailarinos, também marcados por sutileza e sensibilidade. O figurino multicolor exprime ânimos e é assinado por Ludmilla Castro. O cenário, revelador e misterioso, infunde uma transparência azul, onírica e concreta, no palco que absorve olhares curiosos sobre o que há em tais coxias. Todos esses elementos conduzem a uma aproximação com o público que se envolve numa mistura de emoções, possibilidades e movimentos.

Henrique Rodovalho indica a escolha desse espetáculo para ser apresentado ao público neste ano que a companhia completa 33 anos. “Esse trabalho tem um frescor e proporciona uma leveza necessária para os momentos de hoje. Fala sobre vários tipos de amor, amores contemporâneos, é cômico e irônico. Assim , ele provoca essas sensações. Num momento de tantos problemas e tristezas, ele traz um alívio”, comenta o coreógrafo.

Por Ana Paula Mota - Assessora de Imprensa e Produtora Cultural / Fotos: Layza Vasconcelos 



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