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Maradona o Divino Humano

Crônica por Antonio Oliveira


Dia fatídico para o mundo esportivo este 25 de novembro, em que uma lenda vai para a eternidade. Diego Armando Maradona (1960-2020) encerra neste plano uma vida de glória e turbulências. Foi um gênio do futebol, pois dentro das quatro linhas faz parte de um seleto time de estrelas que vi jogar nos anos 80 e 90, dentre as quais brilhou com intensidade maior

Neste dia o mundo sente que a vida realmente tem começo, meio e fim. E, portanto, chora a perda de um deus do futebol, entretanto, quem mais sente esta perda são os irmãos argentinos cujo amor transcende a paixão do futebol.

Maradona faz parte de craques dos anos 80 e 90 do mundo futebolístico, como Zico, Sócrates, Platini, Olsen, Paolo Rossi, Matthaus, entre tantos craques de sua geração. Porém superou a todos, sendo comparado a Pelé e claro na Argentina é unanime dizer que ele é melhor que o Rei, que ele é um deus. Mas Diego foi dono não somente da arte do futebol, mas também do carisma que o fez ser admirado pelas torcidas adversárias, assim como por jogadores. Tinha uma relação com o Brasil e com os brasileiros muito fortes, tanto que seu maior parceiro no futebol foi um brasileiro, o centroavante Careca, com quem fez dupla no Napoli da cidade de Nápoles - Itália.

Devido sua trajetória fora de campo com a guerra que lhe vencera, fora obrigado a romper a carreira cedo demais para um gênio.

Foi um jovem da periferia obstinado a jogar uma copa pela Argentina, mas fez mais que isso jogou quatro copas. Em 1986 a Argentina passa pela Inglaterra com o gol de mão de Maradona, conhecido como o gol da “mão de Deus” e o segundo da Argentina neste jogo fora um gol antológico, sendo considerado o mais bonito do século pela FIFA, levando a Argentina até à final para se tornar Campeã Mundial em cima da Alemanha.

Maradona é um dos grandes do esporte, está ao lado de grandes vultos como Pelé, Fittipaldi, Senna, Garrincha, Oscar e tantos outros. Porém apesar de ser considerado por muitos argentinos um “deus”, ele era humano e fora das quatro linhas teve as consequências de uma vida em que perdeu a guerra para as drogas. E a conta chegou tendo seu ápice poucos dias após completar seis décadas de existência e muitas alegrias nos gramados do mundo. Neste dia os Argentinos entram em comoção ao perder seu grande ídolo e/ou seu “deus”, nós amantes do futebol também. Todos nos sentimos órfãos, deste que fora um gênio com sua perna esquerda e a pelota pelos gramados do mundo. Descanse em paz Diego!

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