| Foto: Corado - Sintego |
Após meses de negociação com a gestão de Sandro Mabel, Prefeito da Capital de Goiás, nenhuma pauta requerida pelos servidores da educação municipal de Goiânia fora atendida, para culminar o desmantelo dos serviços públicos, já que outros setores da cidade estão em caos como os Cais (Centros de Atenção Integrada à Saúde), as cozinhas dos Centros de Educação Municipal de Educação Infantil (CMEIs) e Escolas Municipais que estão sendo terceirizadas, tais quais as OS (Organizações Sociais) das maternidades, implantadas nesta gestão
Desta feita houve manifestações e paralisações até chegar ao dia de hoje com Assembleia dos servidores da educação de Goiânia, realizada no Cepal do Setor Sul cujas pautas foram:
- Plano de carreira e data base dos administrativos;
- Pagamento das progressões das carreiras;
- Privatização da merenda;
- Enquadramento das AAE (Lei 15.326/26);
- Piso nacional do magistério com retroativo;
- Pagamento da data base dos Administrativos (as);
-Aplicação do descongela (lei nº 226/26;
- Chamamento de concursados;
- Situação dos readaptados;
- Imas;
- Melhoria do Atendimento aos NEEs;
- Reforma da previdência; entre outros.
A Assembleia contou com uma multidão de profissionais da educação que lotaram o espaço do Cepal do Setor Sul, e autoridades dentre as quais a Deputada Estadual Bia de Lima; a vereadora Aava Santiago (PSB); a Vereadora Katia Maria, e claro a Vereadora Ludmylla Morais, presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Goiânia e Presidente em exercício do Sintego (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás), e representantes de movimentos de lutas independentes tal qual a Professora Vera Lucia, Professor Thiago Marcorio, Professor Hugo Rincon do Simsed (Sindicato Municipal do Servidores da Educação de Goiânia), os Suplentes a Vereador Daniel Mendes e Thony Oliveira (PV).
A greve foi deflagrada após as pautas serem analisadas em oratória dos presentes à tribuna em que a maioria votou pela aceitação da greve e algumas abstenções com a seguinte agenda:
Dia 11/05 Conscientização das famílias e colegas sobre a greve – sob a direção do Sintego e Trabalhadoras/es em cada instituição;
Dia 12/05 Início da Greve – Cepal do Setor Sul as 08:30 horas.
Dentre os discursos um ecoou para que seja entendido por toda a sociedade, ei-lo: “Aqui não tia, não tem babá, aqui não tem cuidador, aqui tem trabalhador. A prefeitura precisa entender que vocês são essenciais, que cada pessoa que está aqui também é mãe, também é pai, também tem criança, que cada pessoa aqui se solidariza com a sociedade. Mas a gente não vai aceitar que a prefeitura use a comunidade para chantagear e paralisar a greve que vocês estão deflagrando agora...”, Aava Santiago Vereadora e Presidenta do PSB-Goiás.
Fala da Presidente do Sintego após a votação: “..agora nos vamos comunicar a prefeitura sobre a decisão da categoria, e vamos cumprir o prazo de 72 horas estabelecido na Lei, enquanto isso vamos soltar comunicado para toda a comunidade educacional de Goiânia para que compreendam as razões que levou a categoria a tal decisão. Lembrando que estamos há um ano e cinco meses dialogando com a prefeitura, a qual não apresentou nenhuma solução para as pautas da categoria. Então não restou outra saída senão a greve, que é o que estabelece a Lei”.
Foi perguntado a Ludmylla Morais se há a possibilidade desta greve retroagir nestas 72 horas: “Não, a greve está votada, mas tudo que a gente quer é que a prefeitura apresente propostas, e caso faça isso, o sindicato chama a categoria para apreciação das mesmas para aceitar ou não. Nós não queremos greve, a categoria não quer greve, a categoria quer seus direitos sendo respeitados”.
Quanto a terceirização da merenda a vereadora disse que: “.. .até o momento não existe nenhum documento de terceirização da merenda e nós vamos seguir firmes para que não venha”.
Neste momento politico do País em que o ex-governador Ronaldo Caiado está pré-candidato a Presidente do Brasil, talvez o prefeito de Goiânia Sandro Mabel, esteja jogando alto demais ao não atender às demandas da categoria as quais já era sabido desde antes a sua candidatura ao Paço Municipal em 2024. Pois aqui é a capital do Estado e precisa servir de exemplo de democracia, organização e de politicas públicas, afinal o Cidadão serve o Estado ou o Estado serve o cidadão?
Quanto e greve em si, é fato que há prejuízo para muitos atores envolvidos, mas em acordo ao discurso da vereadora Aava, os profissionais da educação pedem a compreensão da sociedade e que possam se juntar aos trabalhadores e trabalhadoras nesta luta.
- Pagamento das progressões das carreiras;
- Privatização da merenda;
- Enquadramento das AAE (Lei 15.326/26);
- Piso nacional do magistério com retroativo;
- Pagamento da data base dos Administrativos (as);
-Aplicação do descongela (lei nº 226/26;
- Chamamento de concursados;
- Situação dos readaptados;
- Imas;
- Melhoria do Atendimento aos NEEs;
- Reforma da previdência; entre outros.
A Assembleia contou com uma multidão de profissionais da educação que lotaram o espaço do Cepal do Setor Sul, e autoridades dentre as quais a Deputada Estadual Bia de Lima; a vereadora Aava Santiago (PSB); a Vereadora Katia Maria, e claro a Vereadora Ludmylla Morais, presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Goiânia e Presidente em exercício do Sintego (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás), e representantes de movimentos de lutas independentes tal qual a Professora Vera Lucia, Professor Thiago Marcorio, Professor Hugo Rincon do Simsed (Sindicato Municipal do Servidores da Educação de Goiânia), os Suplentes a Vereador Daniel Mendes e Thony Oliveira (PV).
A greve foi deflagrada após as pautas serem analisadas em oratória dos presentes à tribuna em que a maioria votou pela aceitação da greve e algumas abstenções com a seguinte agenda:
Dia 11/05 Conscientização das famílias e colegas sobre a greve – sob a direção do Sintego e Trabalhadoras/es em cada instituição;
Dia 12/05 Início da Greve – Cepal do Setor Sul as 08:30 horas.
Dentre os discursos um ecoou para que seja entendido por toda a sociedade, ei-lo: “Aqui não tia, não tem babá, aqui não tem cuidador, aqui tem trabalhador. A prefeitura precisa entender que vocês são essenciais, que cada pessoa que está aqui também é mãe, também é pai, também tem criança, que cada pessoa aqui se solidariza com a sociedade. Mas a gente não vai aceitar que a prefeitura use a comunidade para chantagear e paralisar a greve que vocês estão deflagrando agora...”, Aava Santiago Vereadora e Presidenta do PSB-Goiás.
Fala da Presidente do Sintego após a votação: “..agora nos vamos comunicar a prefeitura sobre a decisão da categoria, e vamos cumprir o prazo de 72 horas estabelecido na Lei, enquanto isso vamos soltar comunicado para toda a comunidade educacional de Goiânia para que compreendam as razões que levou a categoria a tal decisão. Lembrando que estamos há um ano e cinco meses dialogando com a prefeitura, a qual não apresentou nenhuma solução para as pautas da categoria. Então não restou outra saída senão a greve, que é o que estabelece a Lei”.
Foi perguntado a Ludmylla Morais se há a possibilidade desta greve retroagir nestas 72 horas: “Não, a greve está votada, mas tudo que a gente quer é que a prefeitura apresente propostas, e caso faça isso, o sindicato chama a categoria para apreciação das mesmas para aceitar ou não. Nós não queremos greve, a categoria não quer greve, a categoria quer seus direitos sendo respeitados”.
Quanto a terceirização da merenda a vereadora disse que: “.. .até o momento não existe nenhum documento de terceirização da merenda e nós vamos seguir firmes para que não venha”.
Neste momento politico do País em que o ex-governador Ronaldo Caiado está pré-candidato a Presidente do Brasil, talvez o prefeito de Goiânia Sandro Mabel, esteja jogando alto demais ao não atender às demandas da categoria as quais já era sabido desde antes a sua candidatura ao Paço Municipal em 2024. Pois aqui é a capital do Estado e precisa servir de exemplo de democracia, organização e de politicas públicas, afinal o Cidadão serve o Estado ou o Estado serve o cidadão?
Quanto e greve em si, é fato que há prejuízo para muitos atores envolvidos, mas em acordo ao discurso da vereadora Aava, os profissionais da educação pedem a compreensão da sociedade e que possam se juntar aos trabalhadores e trabalhadoras nesta luta.
Mais imagens da deflagração da greve:
Por Thony Oliveira (Antonio Oliveira)
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