Lava-Jato: revolução pacífica

abril 23, 2018
Por | André Luís, Tiranossaurus Rex
A purificação moral e ética brasileira já começou
O Brasil é um país impressionante: em outros contextos sociais na história humana as divergências eram resolvidas com guerras, sangue, morte, intolerância, preconceito, julgamentos e condenações entre as partes que se achavam certas.

O pluri debate conceitual brasileiro, nos últimos 5 séculos se sintetiza na amplitude do pacifismo, com evidentes rusgas e ranhuras manchadas de sangue nesses séculos de história, mas sem nenhuma revolução sanguinária genocida de alta escala, como há na maioria dos países autoproclamados “desenvolvidos”, onde as verdadeiras revoluções armadas e o ódio imperam em matanças sem fim e rios de sangue, inclusive, de inocentes sem escopo de atuação no âmbito do choque político vigente para o ambiente das trevas imperantes nesses momentos históricos de revolução nesses países.

No Brasil, por milênios, existiram centenas de tribos indígenas canibais que estupravam e sacrificavam crianças que nasciam aleijadas como um ato socialmente justificável entre eles dentro dos preceitos religiosos dos deuses da selva e também comiam coletivamente a carne viva dos guerreiros das tribos vencidas. Até hoje existem mais de 140 tribos que praticam o infanticídio. Uma guerra que perdurou por milênios e que só foi finalizada com a invasão do Império Português, que demorou cerca de 4 séculos para obrigar a pacificar as tribos infanticidas canibais adoradoras dos deuses da selva.

Infelizmente os indígenas guerreavam demais e não tiveram tempo, durante os 6 milênios em que foram senhores dessas terras, para produzir material histórico, artístico, cultural e técnico substancial sobre sua própria existência e expressão essencial, apesar de sabermos, com muito custo, através de árduo trabalho arqueológico perito, que é uma história fascinante, fantástica e porque não, até mesmo mítica dentro da selva mais cruel do planeta!


Com o longo e doloroso processo de pacificação e unificação das terras portuguesas no continente americano começou a surgir um senso de superlativação das semelhanças e diminuição das diferenças, gerando uma sinergia de miscigenação genética que determinaria a tônica desse ambiente pelas gerações futuras além dessa consolidação unificadora decretada em 1757, onde o Império Português proibiu a pronunciação do idioma e dialetos Tupi-Guarany e qualquer outro dialeto indígena em terras portuguesas.

Desse ponto em diante, até mesmo as novas civilizações que foram viver no Brasil (judeus, árabes, alemães, espanhóis, italianos, africanos de várias nações da África pré-colonial, coreanos, japoneses, chineses, holandeses e ingleses) acabaram se sentindo obrigadas pelo novo ecossistema a se enquadrar nos padrões impostos pela coroa imperial portuguesa.

Esse processo gerou uma mistura inacreditável de nações em um único ambiente, com suas consequentes religiões, culturas, costumes, culinárias, dialetos, regras e visões de mundo.

Esse é um pequeno resumo do que o mundo não sabe sobre o Brasil que é o pano de fundo em que se desenrola toda a conjuntura sócio política brasileira atual.

Temos que lembrar que as interferências de investimentos internacionais nos últimos 200 anos elevaram o Brasil de uma posição irrisória no cenário mundial a ator preponderante nos acontecimentos mundiais, então, qualquer acontecimento em território brasileiro afeta o mundo inteiro.

As revoluções, em geral, lembram guerras e derramamento de sangue. No Brasil já existiram dezenas de revoluções nos últimos séculos, inclusive revoluções armadas, mas nunca prosperaram ao ponto de inflamar todo o território regido pela língua portuguesa em continente americano.

De certa forma a fabulosa diversidade cultural brasileira serve como uma amortizadora de impactos sociais regionais num país de mais de 8 milhões de quilômetros quadrados.

A atual conjuntura política brasileira tentou refletir, na última constituição, promulgada em 1988, todas as matizes existentes nesse território heterogêneo: um ecossistema humano tão vasto quanto a quantidade de espécies animais e vegetais da Amazônia.

A instituição jurídica executada pela Polícia Federal brasileira, denominada Lava-Jato, é mais uma das muitas revoluções pacíficas transformadoras desse território ainda em construção e em processo de autoconhecimento, reconhecido mundialmente como “Brasil”.

O costume dos últimos séculos determina ainda hoje as ações da população mediana com visão circunstancial e imediatista: acham que a política é um mecanismo mutável a cada 4 anos.

Os tentáculos centenários da corrupção brasileira já se estenderam em todos os níveis, escalas, esferas, graduações e matizes da sociedade. Não é um mal político, é um mal social melhor definido como imediatismo, oportunismo, egoísmo e vitimismo social, que apenas se reflete hoje nos políticos que aprenderam a ser corruptos desde criança. O monumental trabalho estuprador, idólatra, sacrificador e canibal dos indígenas brasileiros está sendo erradicado agora com a Revolução Lava-Jato que veio para iniciar a onda da moralização brasileira, criando uma reverberação de ética de cima para baixo capaz de pôr na cadeia qualquer tipo de criminoso que ainda insista em achar que é mais inteligente e mais esperto do que os demais. A prisão de Lula é a prova disso.

O senhor Luiz Inácio Lula da Silva, herdeiro político da posição ocupada pelo ex-presidente João Goulart, que tentou transformar o Brasil em um país comunista sob os auspícios do ultra ditador soviético da época, Sr. Nikita Khrushchov, é a essência do estereótipo brasileiro. Faminto retirante do Pernambuco que se instalou na capital política e financeira brasileira, que é São Paulo, se irmanou com os genocidas soviéticos e tentou dar prosseguimento ao projeto de Fidel Castro e Che Guevara de transformar a América em um continente soviético (projeto de dominação do continente americano ainda não esquecido por Vladmir Putin, da KGB, que interferiu nas eleições dos Estados Unidos da América).

Os últimos seis milênios da história brasileira se resumem em estupros e sacrifícios de crianças, homicídios gratuitos, assaltos, rituais satânicos, corrupção e canibalismo.

Temos que agradecer ao maior criminoso da história mundial: o Sr. Lula e à pseudointelectual quadrilha que ele formou seguindo os ditames do romano Antonio Gramsci, do americano Saul Alinsky e por ter elevado astronomicamente os padrões “socialmente aceitáveis” de corrompimento socialmente aceitáveis nos últimos 5 séculos ao patamar de fazer juz ao título de maior esquema de corrupção da história humana!

Isso fez com que o senso coletivo de justiça fosse aflorado ao ponto de iniciar um movimento de restauração da ética conceitual permeada por lealdade, ao ponto de, enfim, deixar bem claro para todos entre todos e a todos que a situação já extrapolou até mesmo os limites mais baixos imagináveis e a solução já conhecida não pode mais ser adiada por ferir as consciências até mesmo dos mais insensíveis!

O Brasil dos próximos séculos começa a nascer agora, em 2018, com a clara definição entre o bem e o mal finalmente distinguindo quem presta e quem não presta! O horizonte futuro é nítido: o Brasil não será mais tolerante com quem é egoísta.

>ANTERIOR DE ANDRÉ LUÍS<

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André Luís, pseudônimo: Tiranossaurus Rex – Embaixador Mundial da Paz, membro da organização imperial mundial: Royal Society Group / publicitário / inventor / filósofo / músico / integrante da Royal Academy International / registrado na sucursal da Organização das Nações Unidas (ONU) em Bonn, na Alemanha, sob o número de registro 849.381 / membro da Royal Society of Science, Art and Design / membro honorário das seguintes ordens cavaleirescas mundiais: Ordem dos Cavaleiros Templários; Cavaleiros Sarmathianos da Ásia Central; Cavaleiros de Malta; Cavaleiros Teutônicos da Alemanha; Cavaleiros Hospitalários de Jerusalém / também membro e integrante de diversas outras ordens imperiais, cavaleirescas e diplomáticas mundiais / membro da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes: advertisingpropaganda@gmail.com
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