A dor da saudade é silenciosa, mas profunda. Ela chega devagar, ocupando espaços que antes eram preenchidos por risos, vozes e presenças familiares. Não é apenas a falta de alguém ou de algo, mas a ausência do que se viveu, do que foi sentido e do que marcou a alma. A saudade aperta o peito porque carrega memórias que insistem em permanecer vivas, mesmo quando o tempo segue em frente. Sentir saudade é reviver momentos em pensamento, é conversar em silêncio com quem não está mais por perto, é aprender a conviver com a distância. Dói porque houve amor, afeto ou significado. Ainda assim, essa dor também revela a beleza das conexões humanas: só sente saudade quem viveu algo verdadeiro. Entre lágrimas e lembranças, a saudade ensina que algumas pessoas e momentos nunca se vão por completo — continuam existindo dentro de nós.
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