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Viaduto leva nova realidade a moradores de Recanto das Emas e Riacho Fundo II


 Concluída em 2023, com investimento de R$ 30,9 milhões, estrutura beneficia diariamente 60 mil motoristas que passam pelo local


04/01/2026 às 17h37 - Atualizado em 04/01/2026 às 18h21


Viaduto leva nova realidade a moradores de Recanto das Emas e Riacho Fundo II

Concluída em 2023, com investimento de R$ 30,9 milhões, estrutura beneficia diariamente 60 mil motoristas que passam pelo local

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Fernando Jordão, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

 

“Sonho antigo”, “nova realidade”... são muitas as expressões que podem definir o viaduto do Recanto das Emas/Riacho Fundo II. Entregue pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 2023, o elevado contribuiu para melhorar a vida dos moradores e visitantes das duas regiões administrativas.

“Como morador aqui do Recanto das Emas, a gente acompanhava esse pedido da comunidade já havia décadas”, lembrou o administrador regional Carlos Dalvan. “O que ele trouxe de mais importante foi a diminuição do tempo no trânsito. As pessoas chegavam ao trabalho mais tarde e tinham que sair de casa mais cedo. Agora, o engarrafamento diminuiu de forma significativa”, acrescentou.


Executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), com investimento de R$ 30,9 milhões, a estrutura criou um novo acesso ao Recanto das Emas e ao Riacho Fundo II, e melhorou a fluidez para quem transita no sentido Gama-Samambaia e vice-versa.

A estimativa é de que 60 mil motoristas passem pelo local todos os dias. Funcionário de um posto de combustíveis no Recanto das Emas, Guilherme Abreu é um deles. “Está bem rapidinho para atravessar agora. Eu venho do Riacho [Fundo II] e era um pouquinho demorado. Agora está bem mais tranquilo”, apontou.

Já o carteiro Célio Sousa exaltou as vantagens da economia de tempo: “Antes era um terror, engarrafamento todo dia. Agora não. Está bem melhor. [É mais tempo] para ficar com a família, passear um pouco”.

“Antes, levava em média 15 a 20 minutos para sair ou entrar no Recanto das Emas e esse tempo foi diminuído significativamente. As pessoas viram que fez a diferença no dia a dia, inclusive para quem usa o transporte público. Às vezes pegar um ônibus lotado e ter que ficar 15 minutos a mais em pé dentro é bem sofrido. Agora, a realidade é outra”, ressaltou Carlos Dalvan.

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