O frio chega de mansinho, mudando o ritmo do mundo. As manhãs ficam silenciosas, o ar mais denso, e cada respiração parece carregar um pouco de calma. As ruas ganham tons cinzentos, enquanto as pessoas se encolhem em casacos, buscando abrigo não só do vento, mas também da pressa.
Há algo de acolhedor no frio: o cheiro de café quente, a fumaça subindo das xícaras, o desejo de ficar mais perto. O tempo desacelera, convidando à introspecção, às conversas longas e aos pensamentos profundos. O frio não é apenas ausência de calor — é presença de pausa, de recolhimento e de pequenos confortos que aquecem por dentro.
Quando está muito frio, você pode sentir mais sede, mesmo sem perceber. Isso acontece porque o frio “engana” o corpo: os vasos sanguíneos se contraem, o sangue fica mais concentrado no centro do corpo e os rins entendem que há líquido demais — aí você urina mais 😅. Resultado: desidratação silenciosa no inverno.
Ou seja: no frio também precisa beber água, mesmo sem aquele calorzão dando sede 💧


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