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Punir abuso do poder religioso


Nilson Gomes (foto) concorda com Fachin sobre punir abuso do poder religioso

Em época de campanha eleitoral, é uma festa pagã nas igrejas. Com abençoadas exceções, os santinhos aparecem mais do que Jesus Cristo. Por isso, seus líderes são tão disputados pelos candidatos.

Neste início de julho, o ministro Edson Fachin, do STF e do TSE, abriu o debate sobre a punição pelos comícios feitos em templos.

No próximo mês, o TSE decide se inclui o abuso do poder religioso na lista das violações que levam à cassação de mandatos. A regra valeria já para as eleições deste ano.

Atualmente, são julgados excessos de vigor político e econômico. “Fachin tem razão”, concorda o jornalista Nilson Gomes, que é também advogado. “Os eventos eleitorais em púlpitos e altares se revelam até mais graves, pois viram abuso triplo, religioso, político e econômico”.

Nilson vem de família evangélica, com parentes pastores da Assembleia de Deus. “Mesmo o estado sendo laico, as igrejas realizam com sucesso grandes atividades que seriam do poder público, como livrar das drogas, inclusive do álcool, ensinar o caminho da solidariedade e da não-violência, reabilitar comportamentos, tratar dependentes químicos”, elogia o jornalista, que é pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo Democratas. “Os grupos de jovens, de senhoras, de casais, de homens de negócios, são de tal maneira essenciais à sociedade que suas atuações ultrapassam as denominações e alcançam a sociedade inteira. Um esforço desse nível não merece ficar restrito à escolha do líder religioso por determinado político”.


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