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Profissionais da Educação de Goiânia participam de congresso internacional para discutir práticas inclusivas no ambiente escolar


Equipe de 10 profissionais da rede municipal de Educação de Goiânia participou do II Congresso Internacional de Educação Especial e do I Congresso de Atendimento Psicossocial do Estado de Goiás. O evento foi realizado no auditório da Seduc-Goiás, entre segunda-feira (2/3) e quinta-feira (5/3), e reuniu especialistas, pesquisadores e educadores de diversas regiões do Brasil e do exterior para discutir práticas inclusivas e estratégias de apoio no ambiente escolar.

Durante o congresso, a equipe participou de palestras e mesas-redondas, voltadas a temas como inclusão escolar, atendimento psicossocial, direitos da criança e do adolescente no ambiente educacional, políticas públicas para a educação especial e metodologias de ensino adaptadas para estudantes com necessidades específicas.

No total, foram 12 palestras. Entre os temas, foram discutidas a Política Nacional de Educação Especial, deficiência visual na escola, atendimento educacional especializado para estudantes com Transtorno do Espectro Autista, o papel da Psicologia Escolar na comunidade educativa, currículo para fortalecimento da inclusão, educação bilíngue de surdos e o papel do acolhimento.

O palestrante João Vitor de Paiva, que tem síndrome de Down, falou de suas experiências, conquistas e desafios na Educação de um filho com síndrome de Down. Segundo João Vitor, “diagnóstico não é destino”. Ele ressaltou que se deve olhar para as possibilidades e talentos de cada estudante e que o diagnóstico é um ponto de partida para intervenções, apoio e estratégias adequadas.

De acordo com Lianna Gusmão, gerente de Inclusão, Diversidade e Cidadania da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia (SME), com a participação foi possível ampliar conhecimentos e fortalecer práticas pedagógicas voltadas à inclusão no município. “A experiência contribui diretamente para o aprimoramento das práticas educacionais, especialmente no que diz respeito ao atendimento de alunos com deficiência e às demandas psicossociais presentes no contexto escolar”, destacou.

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