Desentendimento por causa de ponto de tráfico quase acaba em homicídio em Bonfinópolis

abril 14, 2016 0


Por volta das 16h dessa quinta, 14, o COPOM informou ao componentes da VTR 7330 ST DAVI e ST MARCELO que um indivíduo havia sido vítima de esfaqueamento, na Rua Maria Senhorinha, Qd. 19, ST Jd. Santana, Bonfinópolis.

Ao se deslocarem para o local do fato os policiais se depararam com um indivíduo de nome Wilmar Moraes da Silva, Dn: 12/11/89, passagem: Artigo 26, em atitude suspeita, portando um objeto na mão, ao visualizar a VTR o meliante tentou se desfazer do objeto, ao aborda-lo foi verificado se tratar de uma arma branca (faca) com sinais de sangue, após entrevista o mesmo confessou ter esfaqueado uma pessoa.

Foi efetuada a prisão do meliante e ao se deslocarem até o local informado pelo COPOM, a vítima Elcimar Belisario Rodrigues, Dn: 20/12/88, passagem: Artigo 33, tráfico de drogas, já se encontrava na ambulância sendo conduzido para o hospital municipal de Bonfinópolis, ele sofreu ferimentos no braço, na barriga e perna.










Após ser medicada, vítima e autor foram conduzidos a Delegacia de Senador Canedo, onde Wilmar foi autuado em flagrante Delito no Art 121 combinado com art 14 Inc ll.

O desentendimento aconteceu por causa de uma disputa pelo ponto de tráfico de drogas e acabou com essa tentativa de homicídio.

Esse local já era alvo de reclamação por parte da comunidade, e todos os procedimentos já vinham sendo realizados pelo Destacamento policial da cidade no sentido de acabar com o tráfico e consumo de drogas no local.

Fonte: Sub-tenente Evaldo / Destacamento de Bonfinópolis
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Desigualdade (ou igualdade) social no Brasil e na Holanda

abril 12, 2016 0


A sociedade holandesa tem dois pilares muito claros: liberdade de expressão e igualdade. Claro, quando a teoria entra em prática, vários problemas acontecem, e há censura, e há desigualdade, em alguma medida, mas esses ideais servem como norte na bússola social holandesa.

Um porteiro aqui na Holanda não se acha inferior a um gerente. Um instalador de cortinas tem tanto valor quanto um professor doutor. Todos trabalham, levam suas vidas, e uma profissão é tão digna quanto outra. Fora do expediente, nada impede de sentarem-se todos no mesmo bar e tomarem suas Heinekens juntos. Ninguém olha pra baixo e ninguém olha por cima. A profissão não define o valor da pessoa – trabalho honesto e duro é trabalho honesto e duro, seja cavando fossas na rua, seja digitando numa planilha em um escritório com ar condicionado. Um precisa do outro e todos dependem de todos. Claro que profissões mais especializadas pagam mais. A questão não é essa. A questão é “você ganhar mais porque tem uma profissão especializada não te torna melhor que ninguém”.

Profissões especializadas pagam mais, mas não muito mais. Igualdade social significa menor distância social: todos se encontram no meio. Não há muito baixo, mas também não há muito alto. Um lixeiro não ganha muito menos do que um analista de sistemas. O salário mínimo é de 1300 euros/mês. Um bom salário de profissão especializada, é uns 3500, 4000 euros/mês. E ganhar mais do que alguém não torna o alguém teu subalterno: o porteiro não toma ordens de você só porque você é gerente de RH. Aliás, ordens são muito mal vistas. Chegar dando ordens abreviará seu comando. Todos ali estão em um time, do qual você faz parte tanto quanto os outros (mesmo que seu trabalho dentro do time seja de tomar decisões).

Esses conceitos são basicamente inversos aos conceitos da sociedade brasileira, fundada na profunda desigualdade. Entre brasileiros que aqui vêm para trabalhar e morar é comum – há exceções – estranharem serem olhados no nível dos olhos por todos – chefe não te olha de cima, o garçom não te olha de baixo. Quando dão ordens ou ignoram socialmente quem tem profissão menos especializadas do que a sua, ficam confusos ao encontrar de volta hostilidade em vez de subserviência. Ficam ainda mais confusos quando o chefe não dá ordens – o que fazer, agora?

Os salários pagos para profissão especializada no Brasil conseguem tranquilamente contratar ao menos uma faxineira diarista, quando não uma empregada full time. Os salários pagos à mesma profissão aqui não são suficientes pra esse luxo, e é preciso limpar o banheiro sem ajuda – e mesmo que pague (bem mais do que pagaria no Brasil) a um ajudante, ele não ficará o dia todo a te seguir limpando cada poerinha sua, servindo cafézinho. Eles vêm, dão uma ajeitada e vão-se a cuidar de suas vidas fora do trabalho, tanto quanto você. De repente, a ficha do que realmente significa igualdade cai: todos se encontram no meio, e pra quem estava no Brasil na parte de cima, encontrar-se no meio quer dizer descer de um pedestal que julgavam direito inquestionável (seja porque “estudaram mais” ou “meu pai trabalhou duro e saiu do nada” ou qualquer outra justificativa pra desigualdade).

Porém, a igualdade social holandesa tem um outro efeito que é muito atraente pra quem vem da sociedade profundamente desigual do Brasil: a relativa segurança. É inquestionável que a sociedade holandesa é menos violenta do que a brasileira. Claro que aqui há violência – pessoas são assassinadas, há roubos. Estou fazendo uma comparação, e menos violenta não quer dizer “não violenta”.

O curioso é que aqueles brasileiros que queixam-se amargamente de limpar o próprio banheiro, elogiam incansavelmente a possibilidade de andar à noite sem medo pelas ruas, sem enxergar a relação entre as duas coisas. Violência social não é fruto de pobreza. Violência social é fruto de desigualdade social. A sociedade holandesa é relativamente pacífica não porque é rica, não porque é “primeiro mundo”, não porque os holandeses tenham alguma superioridade moral, cultural ou genética sobre os brasileiros, mas porque a sociedade deles tem pouca desigualdade. Há uma relação direta entre a classe média holandesa limpar seu próprio banheiro e poder abrir um Mac Book de 1400 euros no ônibus sem medo.

Eu, pessoalmente, acho excelente os dois efeitos. Primeiro porque acredito firmemente que a profissão de alguém não têm qualquer relação com o valor pessoal. O fato de ter “estudado mais”, ter doutorado, ou gerenciar uma equipe não te torna pessoalmente melhor que ninguém, sinto muito. Não enxergo a superioridade moral de um trabalho honesto sobre outro, não importa qual seja. Por trabalho honesto não quero dizer “dentro da lei” – não considero honesto matar, roubar, espalhar veneno, explorar ingenuidade alheia, espalhar ódio e mentira, não me importa se seja legalizado ou não. O quanto você estudou pode te dar direito a um salário maior – mas não te torna superior a quem não tenha estudado (por opção, ou por falta dela). Quem seu pai é ou foi não quer dizer nada sobre quem você é. E nada, meu amigo, nada te dá o direito de ser cuzão. Um doutor que é arrogante e desonesto tem menos valor do que qualquer garçom que trata direito as pessoas e não trapaceia ninguém. Profissão não tem relação com valor pessoal.

Não gosto mais do que qualquer um de limpar banheiro. Ninguém gosta – nem as faxineiras no Brasil, obviamente. Também não gosto de ir ao médico fazer exames. Mas é parte da vida, e um preço que pago pela saúde. Limpar o banheiro é um preço a pagar pela saúde social. E um preço que acho bastante barato, na verdade.

PS. Ultimamente vem surgindo na sociedade holandesa um certo tipo particular de desigualdade, e esse crescimento de desigualdade tem sido acompanhado, previsivelmente, de um aumento respectivo e equivalente de violência social. A questão dos imigrantes islâmicos e seus descendentes é complexa, e ainda estou estudando sobre o assunto.

Fonte: blog daniduc
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Até quando aceitaremos o terrorismo como “liberdade de expressão”?

abril 12, 2016 0

Gregório Duvivier
O humorista Gregório Duvivier completou 30 anos nesta segunda-feira (11/4). A página do coletivo Porta dos Fundos, grupo do qual faz parte, postou um gif em comemoração ao aniversário do carioca. Bastou alguns minutos para que alguns usuários transformassem a homenagem em baixaria.

Costumaz defensor do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), Duvivier — que também é (brilhante) articulista — virou uma espécie de algoz pessoal dos revoltadinhos das redes sociais. Sofre, diariamente, as mais diversas acusações, xingamentos e ofensas porque, como qualquer cidadão, tem o direito de expressar seus posicionamentos.

Deixo claro que não comungo com as ideias e preferências políticas da pessoa Gregório Duvivier, digo que estamos em dois lados opostos, inclusive. Contudo, isso não me dá o direito de sair por aí vociferando acusações infundadas e maliciosas. Muito menos ir ao seu local de trabalho, por assim dizer, e tentar intimidá-lo.

Nesse clima de FlaFlu, achando que o Brasil virou um verdadeiro estádio de futebol, onde aceita-se qualquer tipo de palavrão para expressar sua insatisfação, o brasileiro passou a usar as redes sociais para reproduzir o ódio. Duvivier é vítima dessa paixão ridícula e infantil que tomou uma parcela da sociedade.

Antes que alguém possa questionar: “É liberdade de expressão!”. Não. Não é. Nunca foi. E nunca será.

Quando era aluno do Colégio Militar do Estado de Goiás, onde estudei minha vida toda e ao qual sou muito grato, escutava sempre: “Não confunda liberdade com libertinagem”. A liberdade permite que todos possamos agir sem amarras, de forma que não sejamos submissos a outrem. A libertinagem é, justamente, o abuso desse direito, sem se preocupar se a liberdade do outro está sendo violada.

O que essas pessoas fizeram na página de Porta dos Fundos é a mais pura expressão da libertinagem. Chamá-lo de “ladrão”, “vendido”, “corrupto” e toda sorte de insultos não acrescenta em nada ao debate político. Sem contar que é, entrando no campo de juízo de valores, uma tremenda falta de respeito.

Duvivier, até que se prove o contrário (o que não aconteceu até hoje, não é mesmo?), é um homem honesto. Profissional talentoso e competente. Todos os textos são embasados teoricamente, coerentes e expressam sua visão do Brasil. E do mundo. Evidentemente, não agradam a uma parcela da sociedade que não aceita, de jeito nenhum, que nem tudo que os governos do PT fez foi corrupção. Só que, repito, isso não é passaporte para a agressão.

Há uma insatisfação geral com a atual situação econômica do País. Ninguém está feliz por estarmos em recessão, por haver menos ofertas de emprego e por centenas de brasileiros estarem voltando à pobreza extrema. Aliás, existe, sim, um grupo de extremistas que comemoram cada vez que um jornal estampa a variação da inflação ou o número de desempregados. Só que não é Duvivier que faz parte desse grupo.

Esse grupo, que quer ver o País afundar em desgraça (essa é a verdade), torce contra o governo dia e noite, ao ponto de sugerir que deve haver uma “guerra civil” ou mesmo o assassinato da presidente da República. Inclusive, na página do Porta dos Fundos, encontrei alguns seres pensantes (?) desejando que a existência de Duvivier seja encurtada.

Isso não é liberdade de expressão.

Não gostou do vídeo de Portas do Fundo sobre a Polícia Federal? Não assista, não compartilhe, marque “não curti” no Youtube. Agora, criar campanha para “tirar o vídeo do ar”? Atacar o trabalho de um coletivo de humor? Sugerir financiamento público? Francamente, isso é ridículo.

Tão ridículo quanto receber um parlamentar, eleito por sufrágio universal, no aeroporto com xingamentos, ofensas e ataques gratuitos. A senadora Gleisi Hoffmann, do PT do Paraná, foi humilhada por um desses grupos políticos — porque é isso que são: grupos políticos — quando chegava em sua terra natal na semana passada. Isso é liberdade de expressão? Não! Isso é terrorismo.

Não menos terroristas são os comentários que (assustadoramente) recebem milhares de curtidas na página de Porta dos Fundos. Uma tentativa de intimidar o humorista, desqualificá-lo como profissional e, mais grave, desmerecê-lo como cidadão.

Vale destacar que é direito protestar, ir às ruas contra o que não se acha correto e expressar sua insatisfação. Há momentos que precisamos extravasar, gritar e nos revoltar. A revolta é importante. Demonstra o desejo de mudança, expressa a vida e o inconformismo. Quem se contenta com a mediocridade, medíocre será.

Mas, não é possível lutar por mais direitos desrespeitando o direito do outro. Não é possível conquistar mais, cerceando o outro. Não é possível avançar, rebaixando o outro. É preciso respeito, tolerância e compreensão.

Não é na porrada, no cacete, que vamos conseguir que nossa voz seja ouvida. Aliás, a porrada e o cacete, na história recente do Brasil, só serviram para abafar a voz do povo…

Feliz aniversário, Gregório Duvivier! Keep on keeping on!

Fonte: Alexandre Parrode - Jornal Opção
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Mulher é presa por extorquir esposa de detento em Cristalina

abril 12, 2016 0


Os policiais civis Ariezo de Moura, Willer Ferreira, Dângelo Lorenzetti e Rafael Figueiredo, coordenados pelo delegado Cássius Zamó, prenderam em flagrante Camila Soares da Silva e Ezequiel da Silva Prado, ambos pelo crime de extorsão. De acordo com as investigações, a mulher de um detento que cumpre pena pelo crime de estupro no presídio de Cristalina vinha sendo obrigada a pagar, semanalmente, diferentes valores em espécie, estipulados pelos suspeitos.

Ezequiel, que também cumpre pena no mesmo presídio do marido da vítima, e possui passagens por roubo e homicídio, determinava que os valores fossem passados para Camila, que aguardava fora do presídio. Caso a vítima se recusasse a pagar a quantia estipulada semanalmente, seu marido seria torturado pelos colegas de cela, que também o ameaçavam de morte. Camila, que tem passagens por tráfico de drogas, foi presa assim que recebeu da vítima a quantia de R$ 250.

Fonte: Canal Gama
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A era da informação e o desmanche da cultura

abril 12, 2016 0


A sociedade atual se caracteriza pelo bem comum, pela troca de ideias entre pessoas afins. Essa característica é grandemente facilitada pelas redes sociais

É impressionante como um sistema de informações igual ao Facebook, pode relacionar pessoas com as mesmas afinidades, religar antigas amizades, possibilitar o estudo do universo, criar conhecimento, entre outros.

Considera-se que todo o nível de sociabilidade que os meios de comunicações sustentam nos dias de hoje, são infinitamente superiores aos antigos e se encontram em uma curva ascendente de evolução.

A era da informação

O mundo atual está fortemente baseado sobre informações. Um banco, hospital, colégio, só consegue se manter em funcionamento, devido a troca de conhecimentos e a disponibilização automática da informação. Isso só é possível via computação / sistemas / redes.

As redes sociais, além de permitirem o marketing e as pesquisas das organizações, também vêm de encontro às pessoas comuns, fazendo fluir informações em todos os sentidos.

Isso é demonstrado pelo alto nível de educação e conhecimento da população, pela melhoria da qualidade / expectativa de vida, e pela velocidade com que se resolvem questões entre partes atualmente.

Recursos de linguagem, organização de signos, ou retórica, pode levar ao receptor do processo a vários sentimentos, conforme o conteúdo e forma da mensagem: surpresa, espanto, perplexidade, medo, compaixão, riso, deboche, ironia, etc.

Esses recursos abundam nos diversos tipos de textos comunicados. Estão nas escolhas léxicas, no uso de verbos, no uso de adjetivos, no uso de substantivos estereotipados. Estão nas exclamações, interrogações, comparações, ênfases, repetições e reticências. Estão nas figuras de linguagem (metáforas, hipérboles). Estão nas ironias e paródias.

O desmanche da cultura

Com a rápida troca de informações, a futilidade das mensagens e o volume de dados disponíveis, criam um fenômeno novo no mundo, que é a desconstrução da cultura.

Uma cultura se caracteriza pela perenidade do conhecimento social. O que ocorre hoje é que com o advento dos 3V’s da Internet (volume, variedade, velocidade), na troca de informação, não se faz possível estabilizar o conhecimento de qualquer grupo de pessoas, criando cidadãos individuais / universais.

Culturas do quotidiano

Pode-se dizer que a cultura dos tempos atuais demonstrada nas redes sociais, é um alcance da comédia / humor, do senso político e o cultivo de novas amizades. Este tipo de comportamento está explícito.

Quantas páginas sobre piadas na Internet, quantos posicionamentos abertos em relação à defesa de interesses políticos e quantas facilidades se tem de conhecer novas pessoas via os meios tecnológicos atuais. É um fenômeno global.

Observando as páginas pessoais das redes sociais percebe-se que os indivíduos maquiam seus gostos, sua história, sua estrada. O que vale atualmente é ser bem visto pelo próximo, é manter um perfil popular. Nunca o ser humano foi tão narcisista.

Pode ser que esta construção de imagem tenha um lado bom, talvez evitem falhas que virem flagrantes, que tomem mais cuidados com o que se fala. Mas o fato é que as pessoas estão apresentando mais do que realmente são, seja em discursos, fotos, vídeos ou citações.

Fonte: Delmo Menezes – Agenda Capital
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Em Bonfinópolis homem é autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo

abril 10, 2016 0


Em patrulhamento pela rua 08, centro de Bonfinópolis policiais do destacamento local avistaram um indivíduo em atitude suspeita e de pronto foi feita a abordagem pela equipe da vtr 7342 composta pelo 3º sgt Dionísio e pelo cb Aquias que ao proceder a revista no mesmo foi encontrado uma arma de fogo pt 380 Tauros, diante do fato foi dada voz de prisão e Tiago Costa Machado, Dn 11-05-88, foi conduzido até a presença da autoridade do dp Senador Canedo para serem feitos os procedimentos legais.

Tiago foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, ficando a disposição do poder judiciário.













Fonte: Sub-tenente Evaldo / Destacamento de Bonfinópolis
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ESPETÁCULO EM HOMENAGEM AO PALHAÇO BRASILEIRO E À RADIODIFUSÃO NACIONAL

abril 10, 2016 0


Com 19 anos de estrada, a Cia LaMínima volta a Goiânia, trazendo para nossas ruas um espetáculo inédito. A comédia Rádio Variété é um trabalho de palhaçaria que brinca com a capacidade humana de se comunicar

Dias 16 e 17 de abril (sábado e domingo) a Cia LaMínima estará em Goiânia para duas apresentações do espetáculo de rua Rádio Variété. A primeira apresentação, no sábado, 16, será na Rua 8 (Rua do Lazer), no Centro de Goiânia, às 11h da manhã.

No dia 17 o espetáculo será no Circo Laheto (Parque da Criança), às 17h. As atividades fazem parte do projeto de circulação Rádio Variété – Na rua com você, contemplado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Todas as apresentações terão como recurso de acessibilidade a tradução em libras. A trupe ainda aproveitará a estadia na capital para fazer um intercâmbio com os alunos e artistas do Circo Lahetô.

Segundo Fernando Sampaio, fundador da Companhia e um dos criadores deste trabalho, a intenção da LaMínima é formar novos públicos. O ator ressalta: “Por isso elaboramos essa circulação, que contempla cidades em que a LaMínima não se apresenta com tanta frequência. Em cada lugar pretendemos que haja um encontro com grupos e companhias locais que possuam pesquisa relacionada ao circo, ao palhaço e à comédia clássica, para que possamos trocar informações e fomentar a criação de mais trabalhos baseados nesta linguagem.”. Depois de Goiânia Rádio Varieté segue para Porto Alegre/RS.

O ESPETÁCULO RÁDIO VARIÉTÉ (2010)

Três artistas do teatro de variedades, em um local público, começam a instalar uma parafernália aparentemente tecnológica, porém, visivelmente obsoleta. Aos poucos este conjunto toma a forma de um estúdio de rádio-circo-teatro, onde desfilarão atrações jornalísticas-dramático-musicais.

O espetáculo, cuja estreia ocorreu em 2010, apresenta bonecos e instrumentos manufaturados, que se misturam a personagens imaginários e canções autorais. As cenas se desenrolam em constante interação com a plateia, que, sem perceber, também começa a fazer parte desse anacrônico e inusitado show midiático.

Rádio Variété é recheado das mais distintas manifestações artísticas populares. Uma homenagem ao palhaço brasileiro e ao rádio, meio de comunicação democrático por excelência, que persiste na sua importância, onde artistas e público farão parte de um programa sobre memórias, desejos e emoções.

FICHA TÉCNICA:
Supervisão Geral: Antonio Nóbrega / Concepção, Roteiro e Direção: Domingos Montagner e Fernando Sampaio / Elenco: Fernando Sampaio, Fernando Paz e Filipe Bregantim / Colaboradores: Mário Viana e Luiz Henrique Romagnoli / Cenografia: Domingos Montagner / Figurinos: Inês Sacay / Adereços: Maria Cecília Meyer e Roberto Meyer / Bonecos: Augusto Bonequeiro e Inês Sacay / Trilha Sonora Original e Direção Musical: Marcelo Pellegrini / Fotos: Carlos Gueller

GRUPO LAMÍNIMA (1997)

Domingos Montagner e Fernando Sampaio conheceram-se no Circo Escola Picadeiro, em São Paulo, onde iniciaram uma dupla de palhaços. Ali criaram e levaram às ruas, reprises, entradas e outros números circenses, desenvolvidos sob a orientação do Mestre Roger Avanzi, o Palhaço Picolino. Em 1997 os atores formam o LA MÍNIMA, com o espetáculo LaMínima Cia de Ballet, calcado no humor físico e nas clássicas paródias acrobáticas. A partir daí, o circo e a arte do palhaço de picadeiro viriam conduzir definitivamente o trabalho do grupo, que hoje já soma 14 espetáculos criados e apresentados em todo o Brasil. O LA MÍNIMA é também fundador do Circo Zanni, coletivo que busca revitalizar a importância dos circos de pequeno e médio porte na vida cultural das cidades. Em Goiânia a Cia LaMínima integrou a programação do Goiânia em Cena, no ano de 2008, com o espetáculo Reprise.

Assista o vídeo: Teaser RÁDIO VARIETÉ (La Mínima)


SERVIÇO:

Evento: Espetáculo teatral Rádio Variété – Cia LaMínima (SP)

Goiânia/GO
16 e 17 de abril – sábado e domingo

Locais:
16/04 - sábado – 11h - Rua 8 (Rua do Lazer) - Centro
17/04 – domingo – 17h – Circo Lahetô (Parque da Criança - Av. H, esq. c/ 72 – ao lado do Estádio Serra Dourada) – Jardim Goiás

INGRESSOS: ENTRADA FRANCA

CARACTERÍSTICAS:
Gênero do espetáculo: COMÉDIA
Classificação Etária: 12 - NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS.
Tema: RADIO E PROGRAMAS RADIOFÔNICOS COM AUDITÓRIO
Conteúdo: REPERTÓRIO DO PALHAÇO POPULAR BRASILEIRO
Duração: 60 MINUTOS

Informações: Wellington Dias - Tel.: 9213–6814

Fonte: Ana Paula Mota / Rafa Blat
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A Polícia prende e a Justiça solta

abril 04, 2016 0


Operação enxuga gelo, essa é a sensação que a sociedade e a própria polícia tem do que acontece no Brasil onde o jargão "A Polícia prende e a Justiça solta" reflete a mais pura realidade atual.

No último dia 29/03 foi publicado aqui neste blog a prisão de um foragido do Sistema Penitenciário considerado de alta periculosidade, pois bem, ele já foi solto pela justiça e nesse domingo dia 03/04 foi novamente preso por tentativa de estupro.

VEJA AQUI A PUBLICAÇÃO DO DIA 29/03 ››http://www.portalnewsrioverde.net/2016/03/pm-de-bonfinopolis-captura-foragido-do.html

Confira agora a nova ocorrência envolvendo esse mesmo autor:

Por volta de 10:00hs do dia 03/04/16, a vtr 7331 composta pelo Sgt Jasomar e Sgt Folha, foram informados pela vítima L. L. F. que um indivíduo desconhecido a abordou na tentativa de violenta-la.

Após a denúncia o Destacamento de Bonfinópolis em patrulhamento pelas imediações localizou o autor, abordado e devidamente identificado como Gleidson Divino Aguiar Cordeiro, Dn: 08/05/87, genitora: E. S. A. C.

Possuindo antecedentes pelo artigo 121 do CPPB, foi conduzido para a DEPOL Senador Canedo sendo autuado em flagrante delito pelo artigo 213 c/c 14 do CPPB.
Não tem dez dias Gleidson foi conduzido ao Sistema Prisional, por estar foragido.

Fonte: Sub-tenente Evaldo / Destacamento de Bonfinópolis
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