Na ensolarada sexta-feira, 17 de abril, aconteceu paralisação dos profissionais da educação da Rede Municipal de Ensino de Goiânia com assembleia realizada no Cepal do Setor Sul tendo adesão de 113 Escolas e Cmeis
Os trabalhadores da educação estão fazendo manifestações ao longo da semana, já tendo realizado ocupação do plenário da Câmara Municipal e galerias daquela casa no dia 14 de abril buscando a atenção dos parlamentares para que haja sensibilização com as causas pleiteadas pela categoria.
As velhas demandas voltam à pauta, com possibilidade em haver uma grande greve em Goiânia, mas não somente velhas demandas, também na pauta com esta nova gestão municipal, veio também a terceirização, o que na visão dos educadores é prejudicial a qualidade do ensino e dos vínculos, bem como para a formação das crianças.
De inicio a gestão de Sandro Mabel já trabalha pra privatizar o trabalho das merendeiras (os) das escolas e cmeis para a partir de então avançar neste novo modelo da estrutura das instituições de ensino sob o guarda chuva da prefeitura.
Abaixo as Pautas das reivindicações dos profissionais da educação nesta Assembleia:
- Plano de carreira dos Servidores Administrativos
- Enquadramento dos AAE segundo a Lei 15.26, de 06 de janeiro de 2026
- Data base dos administrativos
- Privatização da merenda
- Descasos com as crianças NEEs
- Piso Nacional do Magistério com retroativo
- Chamamento de concursados
- Situação dos readaptados
- Imas
- Reforma da previdência
A Assembleia contou com grande participação de educadores da rede, além do Sintego e grupos independentes que formam a luta da categoria. Também estiveram presentes autoridades como os Deputados Estaduais Mauro Rubem e Bia de Lima, vereadoras Katia Maria, professora Ludmylla e Aava Santiago, os quais usaram da palavra para defender e apoiar a categoria.
Também subiram a tribuna para defender a categoria e propor indicativo de greve para a próxima assembleia em 30 de abril os professores Hugo Rincon e Vera Lucia do Simsed, entre outros. Porém a direção do Sintego através da vice-presidente e presidente em exercício, a Vereadora Professora Ludmylla Morais propôs o seguinte calendário:
- Dia 28 de Abril: audiência pública
- Dia 1º de Maio: Ato em favor da educação e das pautas pleiteadas
- Dia 07 de Maio: Paralização para Assembleia com a categoria com Indicativo de Greve
Desta feita houve votação e a maioria dos presentes votou a favor da pauta sugerida pelo Sindicato, todavia a diferença com os que não desejavam estas datas, foi mínima.
Ludmylla reiterou que é necessário que haja tempo para compor condições necessárias para uma greve, a fim de trabalhar as instituições fazendo a busca por adesão, cujas pretensões é levar para a assembleia de paralização no dia 07 de maio cem por cento das unidades educacionais. Sendo que hoje a Rede de Ensino é composta por 129 Escolas, 146 Cmeis (Centros Municipais de Educação Infantil) e 39 Ceis (Centros de Educação Infantil).
“Os profissionais da educação lutam por si e pelas crianças, a fim de termos uma educação pública de qualidade”.
De inicio a gestão de Sandro Mabel já trabalha pra privatizar o trabalho das merendeiras (os) das escolas e cmeis para a partir de então avançar neste novo modelo da estrutura das instituições de ensino sob o guarda chuva da prefeitura.
Abaixo as Pautas das reivindicações dos profissionais da educação nesta Assembleia:
- Plano de carreira dos Servidores Administrativos
- Enquadramento dos AAE segundo a Lei 15.26, de 06 de janeiro de 2026
- Data base dos administrativos
- Privatização da merenda
- Descasos com as crianças NEEs
- Piso Nacional do Magistério com retroativo
- Chamamento de concursados
- Situação dos readaptados
- Imas
- Reforma da previdência
A Assembleia contou com grande participação de educadores da rede, além do Sintego e grupos independentes que formam a luta da categoria. Também estiveram presentes autoridades como os Deputados Estaduais Mauro Rubem e Bia de Lima, vereadoras Katia Maria, professora Ludmylla e Aava Santiago, os quais usaram da palavra para defender e apoiar a categoria.
Também subiram a tribuna para defender a categoria e propor indicativo de greve para a próxima assembleia em 30 de abril os professores Hugo Rincon e Vera Lucia do Simsed, entre outros. Porém a direção do Sintego através da vice-presidente e presidente em exercício, a Vereadora Professora Ludmylla Morais propôs o seguinte calendário:
- Dia 28 de Abril: audiência pública
- Dia 1º de Maio: Ato em favor da educação e das pautas pleiteadas
- Dia 07 de Maio: Paralização para Assembleia com a categoria com Indicativo de Greve
Desta feita houve votação e a maioria dos presentes votou a favor da pauta sugerida pelo Sindicato, todavia a diferença com os que não desejavam estas datas, foi mínima.
Ludmylla reiterou que é necessário que haja tempo para compor condições necessárias para uma greve, a fim de trabalhar as instituições fazendo a busca por adesão, cujas pretensões é levar para a assembleia de paralização no dia 07 de maio cem por cento das unidades educacionais. Sendo que hoje a Rede de Ensino é composta por 129 Escolas, 146 Cmeis (Centros Municipais de Educação Infantil) e 39 Ceis (Centros de Educação Infantil).
“Os profissionais da educação lutam por si e pelas crianças, a fim de termos uma educação pública de qualidade”.
Mais imagens da assembleia do dia 17:
Por Thony Oliveira (Antonio Oliveira)
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